Em Assis, não faltam recursos para combate a pandemia

Ao contrário do que acontece na grande maioria dos municípios brasileiros, em Assis não faltam recursos para os programas de enfrentamento da pandemia de Covid 19 e via de regra essa segunda onda tenha sido mais agressiva com elevado número de óbitos, o governo federal tem abastecido o setor público de saúde com recursos suficientes e a situação está sob controle. 

“Administrar é uma gestão prazerosa, mas muito seria. A sociedade hoje vem hoje de um caos sanitário desafiadora e que repercute em todas as outras áreas, como econômica, social . Nós nos deparamos hoje com este cenário hoje. Nós só temos uma saída: vacinar, vacinar, vacinar. E aí vamos ter uma trégua. A hora em que atingirmos a quantidade de rebanho (cerca de 70 por cento da população vacinada) protegida. Essas estimativas são feitas pelos infectologistas . Isso já está acontecendo em Nova York e outros países que atingiram essa meta. Até o final de agosto e setembro também queremos alcançar esse objetivo. Para o prefeito José Fernandes “Nós não podemos reclamar em Assis do governo federal, que tem dado todo o apoio e suporte técnico para esse enfrentamento. Recebemos verbas o ano passado, estamos prestando contas e agora em 2021 estados e municípios continuam recebendo o mesmo tratamento.  O que podemos reclamar é a morosidade da vacina desde janeiro deste ano,  o que vem  atrasando o projeto de imunização face a rápida proliferação da doença. Libera-se tardiamente com quantidade muito pequena de doses. Em Assis temos 32 por cento da população já vacinada, mas se não faltasse o produto, já poderíamos estar pertos dos 70 por cento exigidos pelos técnicos. No restante, o governo do Estado também ampliou essa participação, e ainda abriu mais 10 leitos de Uti no Hospital Regional, que passa a operar com 20 leitos. Inicialmente, deveriam funcionar no Ame, mas por questões técnicas tivemos que fazer o remanejamento para o Regional, dos quais 5 já estão funcionando.

Fernandes dizendo ser um eterno otimista, acredita que a partir de setembro “a gente voltará a começar ao normal, para que em janeiro possamos ter um ano produtivo e fértil. As coisas estão caminhando para a normalidade e com absoluta certeza chegaremos lá. As autoridades estão comprometidas com esses objetivos. Até mesmo em São Paulo com a volta das aulas presenciais , já anunciadas pelo governador João Dória”.

O chefe do Executivo disse ainda que tem trabalhado muito na área da assistência social para reduzir ou mitigar os efeitos da pandemia. Esse trabalho de apoio tem produzido grandes resultados.

Fernandes observou que as pessoas falam que temos que cuidar da saúde, mesmo porque os efeitos da pandemia são muito impactantes. Mas na pratica temos que cuidar ao mesmo tempo de todas essas áreas.  Na pratica, segundo ele se está preparando a cidade para um novo cenário, novas demandas que vão surgir com o período pós pandemia, e por isso não se pode descuidar do que já foi feito, que precisa de manutenção, até mesmo na questão do asfalto que foi restaurado em todo sistema viário, mas também na educação, na cultura, no turismo, no entretenimento, no meio ambiente e assim por diante. 

O distrito industrial 5, regulamentado pela Lei de Fomento já aprovado pela Câmara, já tem todas as suas áreas definidas para entrar em funcionamento em 2022. Trata-se de um mega projeto de industrialização numa área de 7 alqueires e que serão parceladas em lotes de acordo com as regras da legislação.  Revelou que até agosto uma equipe de técnicos vão aloca recursos para colocar no novo orçamento para investimentos no novo CDA. O objetivo é povoar aquela área de instalação de novas empresas para gerar emprego  e renda e atender a uma demanda do mercado, de empresas que tem interesse em se instalar em Assis. Adiantou que a prefeitura irá disponibilizar recursos para fazer a infraestrutura no local, dando condições para que as empresas possam ocupar um área já urbanizada e com acessos as rodovias que circundam aquela área.

Fernandes disse que já há inúmeros investidores privados que já manifestaram interesse em vir para Assis e vamos fomentar essa proposta de forma pujante.

FEMA: O prefeito disse que a FEMA tem sido uma grande alavanca nesse processo de desenvolvimento de Assis. Disse que apoia o trabalho do presidente do Conselho, Arildo Jose de Almeida, que para ele é um visionário e que tem condições de expandir o campus com novos projetos. No momento, já este em obras o prédio do cursos de engenharia e arquitetura com 3.500 m2, e vai atuar com startups para incentivar a criação de novas e pequenas empresas, e tecnologia da informação. A universidade está conectada com os objetivos do empresariado regional que deseja expandir seus negócios.

De sorte que ao chegar aos 116 anos de fundação, Assis pode contar com novas plataformas de trabalho e de desenvolvimento, integrando suas grades pedagógicas de qualidade com o espirito de empreendedorismo da população.