Investimento em imóveis acelera mercado imobiliário

Em que pese o impacto que a crise sanitária causa em todo o país, grandes empresários do mercado imobiliário de repente viram seus negócios crescerem de forma vertiginosa. Um deles chegou a afirmar que a procura tem sido tão grande, por falta de produtos na prateleira. Num ambiente abalado pelo flagelo do coronavirus, o pior já passou. A indústria imobiliária voltou a contratar, gerando mais empregos e este cenário já migra dos grandes centros para o interior.

Esses investimentos asseguram boa rentabilidade e segurança, e estão sendo direcionados para o setor, ajudando o país a alavancar a sua economia, porque os juros estão muito baixos e, portanto, a melhor opção para novos investimentos é o mercado imobiliário.  Nesse momento atual, surge em cidades como São Paulo, novos e grandes lançamentos de alto padrão, e segundo o diretor comercial da Kasa Imobiliária, Felipe Granado, já se ensaia um movimento em direção ao interior, privilegiando regiões com grande potencial. Segundo Granado a explicação mais plausível desse novo ambiente é que a valorização imobiliária é mais atraente do que as aplicações financeiras. 

Houve, na sua opinião, nos últimos 12 meses com o advento da pandemia, uma expectativa de novos e promissores investimentos em vários segmentos. Contudo, com o recrudescimento do Covid 19, ao invés de uma retração que era esperada se se deparou com um quadro de desalento. De certa forma o dinheiro não rendendo em bancos, os clientes com demanda reprimida e as construtoras segurando os novos empreendimentos e quando o mercado reagindo a essa letargia, decidiu apostar em outros nichos, como o imobiliário. Esse fenômeno ocorre desde o padrão mais simples até no padrão médio para alto. Houve um certo aquecimento, com maior força em São Paulo e as grandes capitais e sinalizando positivamente também para o interior. 

Ficamos insertes cerca de 9 meses, mas a partir de outubro de 2020, surgiu esse novo movimento com muita força, inclusive com relação a contratação de mão de obra da construção civil. Isso potencializou o setor imobiliário e pode se verificar que já naquela época surgiram novos empreendimentos na cidade. Os condomínios tiveram uma grande demanda de compra valorizando essas iniciativas, até por conta de quem ficou vários meses aguardando esse tipo de retomada.

Lembrou que no entorno da Fema tem quatro novos condomínios, o que se sucede nos 4 cantos da cidade. Para Felipe Granado a roda da construção civil voltou a girar e quem ganha é a cidade, são as construtoras e o mercado de trabalho com a geração de novos empregos.